quarta-feira, 19 de agosto de 2015

Sargento, o pai do meu melhor amigo



Era um dia frio e nublado. Depois da aula, me esbarrei com Davi, um carinha ruivo da minha sala. Ele sempre me olhava estranho. Eu chegava a pensar que ele era gay, mas me enganei. Logo depois ele começou namorar uma garota da sala; Tamires.
– Desculpa, Davi. Foi mal.
– Relaxa. Tome, essa caneta é sua. Ana pediu pra eu te devolver.
Recebi a caneta, mas até hoje eu tento lembrar o que eu fiz com ela. Se eu coloquei no bolso, ou derrubei ali mesmo ou no caminho. Pois eu fiquei hipnotizado, olhando para ele, que se despediu educadamente, me deixando louco com aquela voz de macho alfa.
Era uma quinta-feira, e também estava muito frio. A professora passou um trabalho em grupo, e no sorteio saiu, Davi, Tales e eu. Porém Davi convenceu a professora deixar Tamires trocar de grupo com Tales. Combinamos de nos reunir na casa do Davi na sexta, e me disse que eu levasse pijama, pois prometeu que íamos ver filmes e comer pizza depois de finalizar o trabalho.
Dito e feito. Às 21h, tínhamos finalizado tudo. Estávamos vendo um filme na sala. Tamires no nosso meio com a boca cheia de pipoca. Numa mesinha de centro, descansava cinco pizzas, uma estava aberta e Davi e eu já estávamos comendo-a. Pouco depois a porta da frente se escancara.
– Boa noite, pai. Esse aqui é Vitor. – Davi nos apresentou.
O Sr. Otávio era muito sério, e me olhou dos pés à cabeça. Fiquei sem jeito e um pouco com medo. O pai de Davi subiu a escada com seu camuflado e sua mochila com a mesma estampa do uniforme. Eu não sabia qual força ele pertencia, só sei que ele era sargento. Na verdade nunca entendi essas coisas de militares.
De repente, Ele já tinha regressado à sala, e estava sentado no sofá, perto de mim. Só que a gente estava no chão. Dei uma olhada rápida, porque senti a presença, e vi que ele estava de calção azul, muito curto e camisa verde básica. Ele me encarou no mesmo instante. Eu só queria ir embora. Ele me dava medo, e já passava da meia-noite.
Davi tinha colocado outro filme, e lá fora começou chover. Eu queria me recolher, mas não pude, porquê Davi e Tamires foram para o quarto que a gente ia dormir, em chamas. Eu fiquei ali, comendo pizza e sem se mexer muito, olhando para a TV e pedido aos céus que seu Otávio saísse dali, mas tudo ocorreu contrário. Ele tirou o filme que estava rolando, sem nem ao menos me pedir licença. Sei que era a casa era dele, mas educação nunca será dispensada. Ele colocou um pen-drive, e baixou o volume. Logo vi que era filme pornô, e mais, era gay. Fiquei assustado e meio constrangido.
– Não fica assustado, rapaz. Vai me dizer que não gosta?
– É, mas ...
– Deixa de coisa e pega aqui no meu pau. – Eu fiquei assustado, mas minha mão agiu por si e agarrou aquele pau enorme e grosso. Não aguentei e logo eu estava com ele na boca. Ele puxava meu cabelo e batia na minha bunda com força. Cheguei a perguntar onde estava a mulher dele, e ele apenas me respondeu.
– Minha mulher é você, te cala e chupa meu pau. Eu só obedeci. Eu não tinha vontade de largar aquele pau delicioso. Foi na hora que senti um quente na minha boca; ela havia gozado, o safado. Cuspi no colo dele, pensei que ele ia morrer ali, mas não. Ele puxou meu cabelo, me beijou, sentido o próprio gozo na boca. Ele mandou em ficar em pé e tirar a roupa. – Você é uma delícia. Quero que sempre venha aqui. Não precisa de cerimônia. Davi sabe que sou gay e sempre tive vontade em você. – Aquilo foi loucura, nunca escutei tamanha declaração, misturada de safadeza. Talvez o motivo de Davi sempre me olhar estranho seria esse ...
Seu Otávio me levou para o quarto, me colocou de quatro diante do espelho. Lá estava eu, o macho de casa, másculo e moreno. O desejado das minhas primas, de quatro para outro macho. Vi ele encapando a chibata e lubricando meu cu. Eu gritei, e logo cessei, tentei segurar o grito mordendo o travesseiro. Mas ele me deu um tapa e disse:
– Grita! sinta-se em casa! Puto e safado! – Então eu gritei. Eu estava cheio de prazer, vendo aquela cara de safado atrás de mim. Me comendo, me batendo ... Eu pirei quando ele me levou à colar com o corpo dele, roçando aquela barba recém-nascida, no meu pescoço. Ele gozou outra vez, e foi a hora que eu mais me surpreendi. Ele ainda estava de pau duro, quando me deitou e engoliu minha rola. Ele delirava e continuava se punhetando. – Me coma agora! – Mas eu não aguentei. Gozei na cara dele.
[...] Tudo ficou bem. Tomamos banhos e ele me fez prometer outra vez, mas que eu comesse ele. Claro que eu voltei. Agora sou o caso do Sargento, pai do meu amigo. O que me deixou mais tranquilo foi saber que Otávio é separado da mãe de Davi.

Fim

O irmão heterossexual do meu amigo


Caramba! Eu não estava a fim de ir para lá. Para casa do meu amigo, resolver umas coisas do nosso projeto de arte da faculdade, e dormir. Normalmente fico tímido e faço maior teatro de comportamento. Sou muito educado e sempre procuro causar boa impressão. Tadeu é gay, sempre deu em cima de mim, e tenho ciência que o mesmo ia querer me atacar no quarto, na madrugada.  Para o azar dele, Tiago, seu irmão do meio, resolveu dormir com a gente. Deitei num colchonete e eles em suas camas. Tadeu ficou emburrado, mas não podia dizer nada, senão acabaria denunciando sua sexualidade. Apesar de os dois serem maiores de idade, Tadeu era um maior enrustido.  
– Estou com muito calor, aqui não tem como dormir três. – Disse Tadeu, com indireta.
– Certo, Tadeu. Vá você, porque eu continuarei aqui.  – Tadeu, não quis se contradizer e saiu. Eu continuei deitado. Tudo estava escuro, mas percebi Tiago olhando para mim e ele percebeu que percebi. Eu sabia da fama dele de mulherengo. Também conhecia muito bem Alice, a namorada.
– Caio, você já pegou meu irmão?
– Como? Seu irmão é gay? – Me fiz de desentendido.
– Ele não me engana, e nem você me engana. Sei que você sabe dele. Já li suas conversar ...
– Muito bonito, o senhor mexendo nas coisas alheias. – Fiz o cara correto.
– Você já me viu pelado? – Indagou mudando de assunto.
– Não me interessa. ­ – Tiago estava me provocando, e meu pau logo endureceu. – Ah, cara, bora dormir. Amanhã tenho muita coisa para resolver.
– Claro que interessa! Veja! – O cara se levantou da cama que ficava no canto depois da cama do Tadeu e acendeu a luz. Ele era realmente espetacular. Cabelo cacheados na altura dos ombros e barba por fazer. Muito lindo, a porra do moleque. Tinha um corpo definido e bronzeado. Algo que realçava os cabelos sapecado pelo sol. Estava apenas de calção marrom e sem cueca. Seu pau estava armado. Pude ver o tecido melado na hora que ele caminhou até a porta e trancou-a. Eu continuava deitado, apenas me virei pra continuar acompanhando-o em seu percurso. Ele veio até mim. ­ – Levanta, Caio! – Falou com autoridade, e eu obedeci por extinto. Não era mais eu ali. O tesão me dominou. Eu apenas não tinha reação diante daquele deus grego e hétero. Ele tirou minha camisa e me deixou apenas de calção também. De uma forma autêntica, pegou no meu rosto, para ser mais exato, na minha orelha, e depois deu uma puxadinha nos meus cabelos loiros, que escondia minha orelha, e deu aquele sorriso do mal. Pude sentir seu cheiro exalando ali. (Sinto até hoje, quando ando na sua casa, ou o mesmo vem aqui). Ele me beijou, segurando com firmeza na minha nuca. Nos abraçamos loucamente, como se nunca mais fossemos nos ver. Ele pegou no meu pau, em seguida retribui também. Logo estávamos pelados. O pau dele era lindo, parecia que fora esculpido pelos deuses. Cai de joelhos e mamei com intensidade. De repente ele olha para mim cheio de tesão e me dá uma tapa segura, a qual me fez chupar aquele pau com mais vontade. Outra surpresa; ele me levantou puxando meus cabelos e me beijou. Era intenso, tudo que ele fazia. Ele curtia cada segundo. Tínhamos esquecido totalmente de Tadeu.
Depois de muita pegação e ele sarrar seu membro perfeito na minha bunda bronzeada, e morder minha orelha com carinho e “punhetar” meu pau, que é um pouco maior que o dele; pediu para eu sentar na cama do Tadeu, porque era a mais próxima, e se ajoelhou diante de mim, segurou meu pau com fome e deu uma lambida safada, olhando para mim. Depois começou um boquete maravilhoso e quente. Eu apenas gemia, puxava seu cabelo...
– Que pau gostoso, Caio. Por isso que meu irmão é louco por ti. – E fez uma garganta profunda, dando um intensidade ao chupar a cabeça do meu pau. Era quente e descomunal a forma que ele chupava. Tive que puxar ele para cima de mim e beijá-lo, para não gozar. – Não aguento mais, Caio. Me fode logo. São quatro da manhã já. – Aquilo soo ordem, e eu tive que obedecer. Ele ficou de quatro para mim, sua bunda estava lisa, e pude perceber o rego do seu cu, branquinho. Não resistir e larguei a língua. Ele gritou, e o mundo conspirava ao nosso favor. Seu cu piscava de tesão e meu pau latejava.
Na hora H: Cadê a camisinha? Eu sei que fomos imprudente (Não faça o mesmo), meu pau estava super lubricado, até porque ele deixou babado. Eu enfiei com todo gosto. Ele se tremeu todinho. Senti seus músculos se contorcer. Era a primeira vez de Tiago. Eu não aguentei comer ele ali sem poder beijá-lo. Virei-o de frango assado e meti a rola, completado com um beijo quente e reciproco. Ele me empurrou e olhou nos meus olhos:
– Isso, com força. Gosto dessa dor! – E eu metia com força ... Ele se contorcia, com as pernas nos meus ombros e puxava o colcha da cama com força, fazendo-a sair do lugar. Era intenso; ele virou-se de lado e continuei atrás, metendo freneticamente.
Ele levantou-se e mandou, com a mesma autoridade, eu deitar para ele sentar no meu pau. Seu prazer aumentava à cada segundo. Alisava meu peito e beijava minha boca. Era apertado, mas ele não media esforço para cavalgar. Aliás, era prazeroso sentir meu pau dentro dele.
– Caio, quero gozar. Não aguento mais. – Disse finalmente, cavalgando e mirando o teto, ofegante.
– Aguenta mais um pouco, não toque no pau. – Eu pedi para ele não tocar, mesmo assim ele disse:
– Goza, porra, eu vou gozar! – Eu me ergui e continuei com ele sentado no meu pau. Então o abracei com força e beijei-o, gozando dentro dele. Senti meu gozo quente melar meu colo. Realmente eu inundei o cu dele de porra. Continuei beijando ele, e reparei que o seu pau não precisou ser tocado. Pois ele tinha gozado. Minha barriga estava cheia de gala de “hétero”.
Ele levantou-se ofegante, e colado sua boca na minha. Depois foi para o banheiro. Eu arrumei a cama do Tadeu, enquanto ele se banhava, e segui para o banho. Lá nos beijamos e nos abraçamos intensamente, e depois voltamos para as respectivas camas, eu no meu colchonete, claro. Antes, ele certificou de destrancar a porta, e voltou. Vi que não demorou muito, o sol estava dando bom-dia, e Tadeu voltara para o quarto.
– Caio, levanta. Temos que trabalhar muito. Vamos tomar café, são oito da manhã. – Eu levantei num pulo e cumpri a programação.
Na mesma semana, Tiago me ligou e marcou comigo num posto saúde e fizemos exames de HiV. Ficamos aliviados! Depois disso só transamos com camisinha. Tiago se apaixonou por mim e me pediu em namoro. Hoje somos casados.
Tadeu, ainda é enrustido. Nega de pé junto que é hétero, para o irmão.
Fim